Os homi

 O ser humano me fascina - não necessariamente de um jeito bom. Tudo que vem com ele também. A capacidade de usar a razão, a lógica, o pensamento em si, e então agir como um neandertal. A capacidade de ferir uns aos outros. E, a maior de todas, de amar.
 Ontem, eu estava pensando em como sempre queremos tudo. Nunca estamos realmente felizes com o que temos e aquela história de "pessoa mais feliz do mundo" é balela de personagem romântico fictício.
 Eu, por exemplo, sempre procurei não gostar de ninguém. Homem é só problema, sinceramente, e gostar deles é pior ainda. Até fiquei orgulhosa de mim mesma por não estar gostando de ninguém por um tempo - isso foi no 9°/1°/2° anos -, pra você ter uma noção. Passei por poucas e nem tão boas durante o ano passado e o início desse ano, por conta do sexo oposto. Porém, semana passada, estava pensando em como eu sentia saudades de "ter" um homem. Como era bom ter pra quem me mostrar e sorrir e piscar mais do que o necessário.
 Outra história - e depois dessa você vai achar que eu sou doidinha de pedra. Às vezes acho que o fim de semana passa muito lentamente. Mal consigo me segurar de animação para segunda, para acordar 5:40 da matina, começar com 1h e 30min de história. E, ainda assim, quarta-feira, tudo o que eu quero é o fds.
 Bem, com isso, eu cheguei a uma conclusão: o ser humano é estranho - se possível, fuja dele, NÃO. MANTENHA. CONTATO. DIRETO - e sempre quer tudo pra ele.
 Mas, vou te falar uma coisa, pizza nunca é de mais.
 Com essas sábias, ou nem tanto, palavras, eu me despeço.
   Love,
              Ms. Giehl

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